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Os primeiros três meses da gestação são cruciais, mas o que acontece de tão importante?

O primeiro trimestre da gravidez, que vai da concepção até a 13ª semana, é um dos períodos mais delicados e decisivos da gestação*. É nesse momento que o corpo da mulher passa por intensas transformações, enquanto se estabelece toda a base necessária para o crescimento e desenvolvimento saudável do bebê*.                        
 

Para quem está tentando engravidar, acabou de receber um teste positivo ou ainda possui apenas suspeitas, entender as mudanças iniciais auxilia na adoção de cuidados adequados desde o início*.                        
 

Vamos entender juntas?                     
 

O que acontece no início da gravidez?

Logo após a fecundação, o corpo entra em um ritmo acelerado de adaptações fisiológicas. O embrião se fixa no útero, iniciando-se a formação da placenta — estrutura essencial para a nutrição e sustentação da gestação ao longo de todos os meses*.

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Formação da placenta e início da organização corporal 

A placenta começa a se desenvolver já nas primeiras semanas e se torna responsável por promover as trocas de nutrientes e oxigênio entre mãe e bebê*.    
 

Entre a 5ª e a 8ª semana: funções vitais em formação 

Nesse período, ocorre um acelerado processo de desenvolvimento, no qual estruturas fundamentais começam a se organizar. É um momento crítico para o estabelecimento da base anatômica e funcional do bebê*.    
 

Por volta da 6ª semana  

Geralmente, já é possível observar atividade cardíaca nos exames iniciais, um marco importante na avaliação do desenvolvimento gestacional*.    
 

O esforço do corpo da gestante  

Enquanto tudo isso acontece, o organismo materno trabalha ativamente: aumenta o volume sanguíneo, intensifica a produção hormonal e adapta diferentes sistemas para sustentar a gestação*.



Sintomas no primeiro trimestre de gravidez

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As mudanças hormonais — especialmente o aumento da produção hormonal típica do início da gestação — explicam grande parte dos sintomas vivenciados nesta fase*.  
Entre os mais comuns estão:        
 

  • Náuseas e vômitos;

  • Cansaço intenso;

  • Aumento da frequência urinária;

  • Sensibilidade e inchaço nas mamas;

  • Alterações intestinais;

  • Cólica leve;

  • Oscilações de humor*        
     

Cada mulher pode experimentar esses sinais de maneira diferente, e isso é absolutamente normal. O importante é observar seu corpo e buscar orientação caso os sintomas se tornem muito intensos*.            
 

Lembre-se: sentir ou não sentir todos os sintomas não determina o sucesso da gestação. O que importa é o cuidado adequado e precoce.


 

Como saber se estou grávida?

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Diante de sinais como enjoo, atraso menstrual ou mudanças corporais, a forma mais segura de confirmar a suspeita é realizando um teste de gravidez. Uma vez confirmado o resultado, a recomendação é iniciar o pré-natal o mais cedo possível, preferencialmente no primeiro trimestre*.            
 

O acompanhamento precoce permite identificar necessidades, orientar cuidados e promover um início mais seguro para a gestação*. Mesmo quando a gestação não é planejada, acolher esse processo e iniciar o acompanhamento profissional desde o começo faz toda a diferença para a saúde da mãe e do bebê*.


 

Não é só você que muda: sua forma de cuidar também muda

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O primeiro trimestre é o início de uma história profunda entre você e seu bebê. É um convite para olhar para si com mais atenção, acolher as mudanças físicas e emocionais e criar um ambiente seguro e afetuoso para essa nova vida*.           
 

Mais do que um conjunto de sintomas ou restrições, este período marca o início da conexão. E tudo começa com o primeiro passo: o teste de gravidez, a compreensão do que o corpo está vivendo e o compromisso com o cuidado consciente.           
 

Você está iniciando uma das jornadas mais transformadoras da vida. E está tudo bem não saber tudo agora.           
 

O importante é seguir com informação de qualidade, apoio e o seu próprio tempo!  

 


* BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: pré-natal de baixo risco. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf

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